Experiência portuguesa com certeza!
Brasil usará experiência de Portugal com tecnologias sustentáveis nas rodovias brasileiras

A operacionalização e a gestão em larga escala do free flow, sistema automático de pedágio, aplicado nas estradas portuguesas foi apresentado à comitiva do Governo Federal nesta semana em agenda em Portugal. A delegação liderada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, conheceu a experiência da concessionária portuguesa Brisa Autoestradas, diretamente do centro de controle da empresa, próximo à cidade de Lisboa.

“Essa troca de experiências é muito relevante porque podemos ver o que deu certo, o que deu errado, e implantar no Brasil um modelo com mais acertos. No momento em que lançamos nossa política de concessão, a troca com outros países que já têm uma maior curva de experiência é muito importante para avançarmos na modernização dos contratos e trazer inovações como o free flow”, afirmou o ministro Renan Filho, após conhecer a experiência portuguesa.

Prevista nos projetos de concessões rodoviárias sob nova modelagem desenvolvida pelo Ministério dos Transportes, a tecnologia free flow deverá ser implantada nos primeiros cinco anos de administração pela empresa vencedora do leilão. Atualmente, ela está presente ainda em fase de testes na Rio-Santos, na BR-101, da concessionária CCR.

Implantar de forma sistemática a tecnologia é uma das inovações do Governo Federal para aumentar a fluidez nas rodovias brasileiras e integrar o investimento em infraestrutura aos processos de neoindustrialização e de transição ecológica, aliando as inovações tecnológicas às diretrizes de sustentabilidade. “O assunto é fundamental no planejamento do desenvolvimento do país para o futuro”, resumiu o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro.

São vantagens do sistema:

· Identificação automática e eletrônica dos veículos através de pontos com sensores – por radiofrequência ou por câmeras;

· Cobrança efetiva do quilômetro rodado e facilitando descontos de tarifa;

· Redução no tempo de viagem;

· Descarbonização de gases poluentes, já que há uma desaceleração e menos frenagens por parte dos veículos.

Com informações Ministério dos Transportes

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