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Impacto já!

  • 12 de agosto de 2025
  • por Ivo Mattos
Transporte Rodoviário de Cargas no Paraná já sente os impactos de tarifaço norte-americano

A entrada em vigor, no dia 6 de agosto, das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros já está gerando efeitos concretos nas exportações nacionais e o setor de Transporte Rodoviário de Cargas no Paraná está entre os primeiros a sentir as consequências. A medida, anunciada pelo atual presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sobretaxas de até 50% sobre uma série de produtos brasileiros, impactando diretamente as operações logísticas e industriais em estados com forte vocação exportadora.

Embora o governo brasileiro siga buscando soluções diplomáticas, os prejuízos já começaram a se acumular. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que cerca de 4% das exportações brasileiras são diretamente afetadas pelas tarifas, e que setores estratégicos da economia vêm sendo pressionados. Representantes da indústria, do agronegócio e da logística já pedem medidas emergenciais para mitigar o cenário.

No Paraná, os reflexos já são nítidos, segundo Silvio Kasnodzei, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR). “Tivemos relatos de embarcadores que anteciparam seus envios para julho, tentando fugir da tarifação”, afirma. O dirigente explica que o movimento afeta diversos segmentos da economia paranaense, especialmente o agronegócio, a indústria de base e o setor madeireiro, todos fortemente dependentes do comércio exterior. “Algumas empresas suspenderam a produção ou colocaram equipes em férias coletivas por não saberem como será a comercialização daqui para frente”, relata.

Mesmo sem cancelamentos formais de contratos até o momento, o setor já identifica paralisação de frotas e ociosidade em alguns terminais logísticos. “Ninguém quer arriscar envio de mercadorias sem saber se haverá aceitação ou viabilidade econômica lá fora. É uma reação em cadeia que afeta portos, transportadoras e o próprio planejamento das empresas exportadoras”, pontua Kasnodzei.

O temor agora é com o desemprego em massa. “Estamos falando de uma cadeia extensa, com milhares de trabalhadores no Paraná, onde todos dependem do fluxo de mercadorias. Se as exportações travam, essa engrenagem para junto”, alerta o presidente do SETCEPAR.

 Além dos efeitos diretos nas exportações para os EUA, cresce o receio de que outros países aliados dos norte-americanos adotem medidas semelhantes, ampliando ainda mais o estrago. “Conversamos com empresas que também exportam para outros destinos e há preocupação de que esses mercados, por pressão geopolítica, venham a impor barreiras ao Brasil”, explica.

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