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Liderança infeliz!

  • 13 de março de 2026
  • por Ivo Mattos
Apesar da queda de 15% do roubo de cargas no Sudeste em 2025, RJ segue liderando

Ao longo de 2025, houve uma mudança geográfica na distribuição dos prejuízos com roubo de carga no Brasil: a região Sudeste, que concentrava a maioria dos prejuízos (83,2%) durante 2024, viu sua participação cair para 68,1% em 2025. Apesar da queda de 15,1 pontos percentuais, ela segue como a região mais crítica.

Além disso, o Nordeste manteve participação praticamente estável (12,2% em 2024 para 12,8% em 2025), consolidando-se como a segunda região mais impactada pelo roubo de cargas e sinalizando que o risco estrutural permanece ativo.

Os dados, portanto, indicam um deslocamento geográfico do crime e demandam uma atenção imediata em rotas e operações antes consideradas de menor risco, uma vez que o Norte saltou de 0,9% para 11,2%, entre 2024 e 2025, entrando no terceiro lugar no ranking das regiões.  

Os números são do relatório “Report nstech de Roubo de Cargas”, elaborado pela nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das 5 maiores SaaS do Brasil. O estudo é baseado nas informações apuradas pelas gerenciadoras de risco BRK, Buonny e Opentech, que integram o ecossistema da companhia.

Perfil dos roubos nas regiões mais afetadas

No Sudeste, as cargas fracionadas (47,4%) e alimentícias (27,1%) foram os principais alvos em 2025. E os estados de São Paulo e Rio de Janeiro dominam o cenário de risco, com 44,2% e 37% dos prejuízos na região, respectivamente, evidenciando que o problema está fortemente concentrado nos dois maiores hubs logísticos, industriais e consumidores do país.

Já no Nordeste, onde a criminalidade passou de pontual para estrutural, BA (28,4%), MA (24,7%) e PE (23,8%) somaram mais de 75% dos prejuízos regionais, indicando concentração em estados com forte circulação logística, grandes extensões rodoviárias e papel relevante no abastecimento inter-regional.

Por fim, no Norte, Pará (62,9% do total sinistrado) e Tocantins (37,1%) concentraram o prejuízo. Diferente de outras regiões, o risco no Norte é focado em cargas de altíssimo valor agregado. O segmento de eletrônicos representou 25,8% das perdas, higiene e limpeza (7,7%), e fracionados 7,4% dos prejuízos.

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