• Home
  • Podcast
  • Contato
  • Anuncie
  • Home
  • Podcast
  • Contato
  • Anuncie

Tem que ser justo!

  • 20 de março de 2026
  • por Ivo Mattos
ANTT e Ministério dos Transportes ampliam fiscalização sobre piso do frete

Em um movimento integrado e coordenado para dar efetividade à política pública do piso mínimo do frete, o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciaram um pacote de medidas que amplia a fiscalização, endurece penalidades e reforça o compromisso com quem mantém o Brasil em movimento: os caminhoneiros.

A estratégia combina inteligência regulatória, uso intensivo de dados e integração entre instituições públicas para garantir que o frete seja pago de forma justa e dentro da lei. Na prática, isso significa mais proteção à renda dos transportadores, mais previsibilidade para o mercado e menos espaço para concorrência desleal.

Durante coletiva realizada na sede do Ministério, o ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou o caráter estruturante das medidas e a parceria com a ANTT desde o início da construção da solução. “O que fizemos foi integrar informações já existentes, em parceria com os estados, evitando retrabalho e dando inteligência à fiscalização. O Brasil não carece de dados, mas de compartilhamento eficiente dessas informações”, afirmou. O ministro também ressaltou o esforço institucional para fortalecer a atuação da Agência, inclusive com priorização orçamentária para ampliar sua capacidade de resposta.

Fiscalização

O principal eixo das medidas é a ampliação da fiscalização eletrônica, que passará a cobrir praticamente todas as operações de transporte de cargas. Com o cruzamento de dados fiscais, incluindo informações compartilhadas por meio do Confaz, a ANTT ganha precisão para identificar irregularidades em larga escala.

Os resultados já mostram o impacto dessa transformação. Em um ano, o volume de fiscalizações eletrônicas saltou de cerca de 300 por mês para 6 mil. Em janeiro de 2026, foram registradas aproximadamente 40 mil autuações mensais. Nos últimos quatro meses, as multas aplicadas ultrapassaram R$ 419 milhões, com cerca de 15 mil infratores identificados.

Apesar do avanço, o diagnóstico ainda exige ação firme: cerca de 20% das operações de transporte seguem em desacordo com o piso mínimo do frete.

Tolerância zero

Para enfrentar esse cenário, a ANTT passa a adotar um modelo mais rigoroso e progressivo. A lógica é diferenciar erros pontuais de práticas reiteradas que distorcem o mercado. Empresas e transportadores reincidentes poderão sofrer sanções mais severas, como suspensão cautelar de registros, impedimento de contratar fretes, bloqueios operacionais e, em último caso, cancelamento definitivo do registro.

Um dos instrumentos-chave será o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT). Em situações de irregularidade recorrente, o código não será emitido, o que, na prática, impede a realização do frete fora das regras.

Com informações ANTT

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias do dia

ir para notícia

Hidrogênio no Uruguai!

  • 20 de março de 2026
Caminhões XCIENT Fuel Cell Hyundai Motor chegam no Uruguai
ir para notícia

Conectada!

  • 20 de março de 2026
Internet chega às rodovias federais concedidas, transforma vidas e alcança milhões de brasileiros
ir para notícia

Tem que ser justo!

  • 20 de março de 2026
ANTT e Ministério dos Transportes ampliam fiscalização sobre piso do frete

Testamos

Ótima pedida!

Pulse Impetus T200 Hybrid é ótima opção de entrada nos híbridos e para famílias pequenas
  • Ver notícia

Simples aventureiro!

O Citroen Aircross XTR chama a atenção pelo porte com foco familiar mas tem “cara” de quem gosta de off road
  • Ver notícia

Sua plataforma multimídia sobre caminhões, ônibus, vans e picapes

Cadastre-se em nossa newsletter e fique informado!