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Reduzido!

  • 19 de dezembro de 2025
  • por Ivo Mattos
Comgás reduz tarifa do GNV em 26% em São Paulo

A Comgás reduziu em 26% a tarifa do gás natural veicular (GNV) distribuído para os postos de combustíveis em sua área de atuação em São Paulo. O reajuste de aproximadamente R$ 1 a menos está vigente desde 10 de dezembro de 2025, após aprovação da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), refletindo as variações do custo do petróleo e a taxa de câmbio, além do reajuste das margens de distribuição pela inflação. Contudo, o valor do combustível nos postos de abastecimento é definido pelos próprios estabelecimentos, que podem repassar ou absorver integral ou parcialmente os reajustes na revenda ao consumidor.

O especialista ressalta a segurança e a confiabilidade do abastecimento com GNV, considerando que a distribuição aos postos é realizada por tubulações subterrâneas – diferentemente da entrega de outros tipos de combustíveis, que em sua maioria são importados e distribuídos por caminhões.

Economia para frotas pesadas

Na comparação direta entre os rendimentos do GNV e do diesel, considerando preços médios, a economia do GNV supera 20% por quilômetro rodado. Nos últimos anos, a Comgás vem incentivando a criação de garagens de abastecimento em transportadoras e indústrias, que acabam reduzindo ainda mais os custos. Na prática, empresas de logística que viabilizam a instalação de um posto próprio de abastecimento dentro de sua sede conseguem obter entre 40% a 50% de economia de combustível em comparação aos custos com diesel vendido em postos convencionais.  

Em relação aos benefícios ambientais, além da possibilidade de redução de até 20% da emissão de um dos principais gases de efeito estufa, o dióxido de carbono (CO2), em comparação ao diesel (média de acordo com o GHG Protocol), com o uso do GNV pode ser reduzida em até 90% a geração de poluentes locais e de material particulado, que geram poluição por partículas. “Com o uso de gás natural veicular, é reduzida a fumaça preta expelida pelos motores convencionais dos caminhões, que provoca uma séria de doenças respiratórias. Além disso, o GNV gera menos ruído e menos vibração, o que possibilita uma condução mais suave”, finaliza Thiago.

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