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Ah, a Volvo está bem “on”

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Volvo aposta no crescimento e estima mercado 40% maior

Otimismo é a palavra que vai permear os nortes da Volvo neste ano. Depois de mais uma vez o pesado FH 540 ser o líder do mercado no segmento, aí some a isso a retomada gradual do mercado a partir do segundo semestre do ano passado e as boas perspectivas para este ano, pronto: a fábrica de Curitiba (PR) anuncia a contratação de mais 400 funcionários e estima que o mercado em que atua cresça 40% até dezembro.

Com as novas admissões, o número de empregados neste início de ano (3.800) já é maior do que no período anterior a pandemia. “A América Latina é a maior região de negócios de caminhões da Volvo no mundo, mesmo diante do cenário econômico adverso criado pelo coronavírus”, declara Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina. A empresa vê bons sinais de recuperação no Brasil, principal mercado do continente. Com a retomada de alguns segmentos da economia a partir do segundo semestre de 2020 e indicadores positivos para 2021, a Volvo estima que o mercado total de caminhões pesados e semipesados, segmentos em que atua, tenha um crescimento de até 40% este ano.

Caminhões

Em 2020, o modelo Volvo FH 540cv foi o caminhão mais vendido do Brasil em todos os segmentos, dos leves aos pesados, com 5.870 unidades emplacadas. Este mesmo feito já havia acontecido em 2019, mostrando a clara preferência dos transportadores pela tecnologia de ponta em segurança e conectividade, baixo custo operacional, baixo consumo de combustível e alta disponibilidade do modelo. Além disso, o Volvo FH 460cv foi o vice-lider da categoria de pesados, com 3.936 unidades emplacadas.

A marca encerrou o ano com a entrega de 14.976 caminhões no Brasil, resultado 11,1% inferior ao registrado em 2019, mas abaixo da queda do mercado. Já a linha VM teve crescimento de 24%, com 3.530 emplacamentos em 2020, na soma das versões semipesadas e pesadas do modelo.

Além do Brasil, os impactos da pandemia foram sentidos também nos diversos mercados Volvo na América Latina. Houve redução de entregas para a Argentina, que fechou com 816 caminhões (- 25%); Chile, 888 caminhões (- 14%) e Peru, 1.006 caminhões (-29%). A boa recuperação de volumes iniciada no Brasil no segundo semestre garantiu entregas totais de 17.812 unidades no continente, número 13% abaixo do período anterior. No balanço total, o Brasil representou 85% dos negócios de caminhões da marca, enquanto 15% foram distribuídos entre todos os demais países da América Latina.

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