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Allison crescendo no “automático”

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90% da frota de compactadores de lixo da Loga usa transmissões totalmente automáticas Allison

A Logística Ambiental de São Paulo S.A. (Loga), é uma empresa especializada nos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos domiciliares e dos serviços de saúde gerados no Agrupamento Noroeste do Município de São Paulo. Com mais de dois mil colaboradores ela atende à região que compreende o Centro e as Zonas Norte e Oeste da cidade, onde estão mais de 800 bairros e 13 Prefeituras Regionais. Sob sua responsabilidade está a coleta de seis mil toneladas de resíduos provenientes de 1,7 milhão de domicílios, hospitais, clínicas e similares, atendendo sete milhões de munícipes — incluída a população flutuante na região.

Em sua frota a Loga conta com aproximadamente 350 veículos — sendo que 150 são compactadores de resíduos para a coleta domiciliar —, entre os quais, caminhões especiais para a coleta seletiva de resíduos dos serviços de saúde, e equipamentos para coleta mecanizada de superfície e subterrânea. Em sua mais recente renovação de veículos, no fim do primeiro semestre deste ano, a empresa comprou 68 novos compactadores. Com a incorporação dos novos caminhões o número de veículos equipados com as Allison da Série 3000™ chegou a 135, ou seja, agora 90% da frota de compactadores de lixo conta com transmissões totalmente automáticas.

“Começamos a introduzir as transmissões automáticas na nossa frota em 2009, e desde então, a cada renovação de veículos, estamos substituindo os caminhões com transmissões manuais pelos automáticos”, diz Yuri Oblitas, Supervisor de Manutenção da Loga. “Essa preferência se reflete em várias vantagens a favor dos modelos automáticos, entre elas, a maior produtividade, o baixo custo de manutenção, o conforto para os motoristas, e a segurança e garantia da transmissão.”

A Loga relaciona a maior produtividade dos caminhões automáticos com uma série de fatores. Entre eles está a maior disponibilidade dos motoristas, que não ficam tão cansados. Além disso, com as mudanças de marchas feitas automaticamente a empresa tem menos problemas mecânicos em motores e embreagens. A empresa também ressalta uma redução de custos significativa com a troca de peças da embreagem — platô, disco e rolamento — e com a mão-de-obra, já que precisa de um menor número de mecânicos para a manutenção dos caminhões.

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