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Marcopolo Next quer avançar!

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Brasil tem potencial pata avançar no transporte metroferroviário

Focada na mobilidade sustentável e em oferecer opções mais eficientes e multimodais, a Marcopolo Next criou, em 2019, a divisão Marcopolo Rail. Em dezembro do ano passado, a divisão apresentou ao mercado o seu primeiro veículo, o VLT Prosper, para alavancar, disseminar o transporte metroferroviário e que será utilizado em uma rota turística no Sul do País, operada pela Giordani Turismo.

De acordo com Petras Amaral, business head da Marcopolo Next e executivo responsável pela Marcopolo Rail, o futuro da mobilidade é multimodal e os trens se alinham às tendências mundiais de mobilidade relacionadas à conexão e ao compartilhamento.

Neste sentido, o sistema metroferroviário brasileiro precisa ser repensado para atender adequadamente à crescente demanda da população. Apenas 13 regiões metropolitanas no País, de um total de 63 de médio e grande porte, contam com malhas metroferroviárias. E, apesar de transportarem mais de 11 milhões de passageiros por dia, ainda assim, apresentam capacidade abaixo da demanda, aponta estudo Setor Metroferroviário Brasileiro, da ANPTrilhos.

“Trens atendem a várias necessidades no que se refere à capacidade, distância e velocidade. Eles também se alinham às tendências mundiais de mobilidade relacionadas à conexão e ao compartilhamento, uma vez que são complementares aos outros modais como bicicletas, motocicletas, carros, ônibus e aviões. Neste último, temos como ótimos exemplos os people movers que circulam em aeroportos de diversos países e que, em breve, teremos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo”, comenta o executivo.

Na visão de Petras Amaral, os veículos sob trilhos apresentam uma capacidade bem maior por área ocupada que outros meios de transporte e vão ao encontro de outra tendência da mobilidade global: a eletrificação, que contribui para que o sistema seja ambientalmente amigável.

“O setor metroferroviário apresenta grande potencial de crescimento no Brasil, tanto para os segmentos urbanos e intercidades quanto para o turístico – apesar de estarmos longe dos países em que esse modal já atua integrado ao deslocamento diário de passageiros há décadas ou mesmo séculos”, analisa.

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