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Sul, uma locomotiva!

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A importância do transporte rodoviário de cargas na Região Sul do Brasil

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a região Sul do Brasil é responsável por 16,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e sua economia é distribuída nos setores de agropecuária, extrativismo, indústria, comércio e serviços. Além disso, as regiões Sul e Sudeste são as mais industrializadas do país e representam 79% de toda a atividade fabril brasileira.

Para transportar e acomodar todas essas riquezas, o Sul conta com aproximadamente 18.475 quilômetros de estradas, que fazem com que o setor de transporte rodoviário seja o mais utilizado para a movimentação de cargas dentro da região.

“Sem sombra de dúvidas, não hesito em afirmar que o transporte rodoviário de cargas é um dos principais setores para a economia da região Sul e do Brasil como um todo. Sessenta por cento de tudo o que é produzido passa pelo transporte rodoviário de cargas. Eu costumo afirmar, ainda, que tudo o que é produzido passa, obrigatoriamente, pelo caminhão em algum momento, até porque entre o campo e a indústria, por exemplo, o agronegócio precisa do veículo de cargas da mesma forma para chegar aos portos, aos aeroportos ou ao comércio”, afirma Ari Rabaiolli, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Santa Catarina (FETRANCESC).

Outro ponto que faz com que o transporte rodoviário de cargas se destaque é o fato de o Sul ser a segunda região do Brasil com maior volume de produção industrial. Assim, os produtos são produzidos e transportados para as demais regiões do Brasil por meio de grandes rodovias como a BR-101, a BR-287 e a BR-386, que passam pela região.

Para Priscila Zanette, diretora da Ouro Negro, transportadora criada em Criciúma (SC) e que atende 100% da região Sul, o número de transportadoras instaladas nos três estados da região cria um tom de importância ainda maior para o setor. “Nossa região possui diversas transportadoras capazes de transportar e movimentar a economia não apenas do Sul, mas também do país. Como a região possui diversas indústrias e uma agropecuária forte, a tendência é que as transportadoras daqui levem produtos para todo o Brasil”.

A distribuição das indústrias do Sul é bastante diferente da que ocorre na região Sudeste. Nesta região predominam grandes complexos industriais com atividades diversificadas; no Sul, por outro lado, as indústrias possuem áreas produtoras de matérias-primas e predominam indústrias de transformação dos produtos da agricultura e da pecuária. Além disso, encontra-se na região metropolitana de Curitiba, a capital paranaense, o segundo maior polo automobilístico da América Latina, composto por empresas como Audi, Volkswagen, Renault, Volvo e New Holland.

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