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Tecnologia faz bem ao “bolso”

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Preço do seguro para frete no agronegócio pode cair com uso de biometria facial

O transporte de grãos, sementes e toda a produção do agronegócio brasileiro tradicionalmente oferece um desafio para o segmento de seguros. Entre eles, um dos que mais se destaca é a falsidade ideológica , que é quando um golpista se passa por motorista profissional para conquistar o frete e assim que tem a carga carregada em seu caminhão desaparece deixando um rastro de prejuízo.

A dificuldade de coibir este tipo de prática obriga as seguradoras a correrem riscos maiores e, consequentemente repassarem este fator para seus preços. Felizmente a tecnologia já oferece uma solução para este problema que é a biometria facial. Com ela, os especialistas afirmam que é possível diminuir as alíquotas praticadas neste tipo de operação.

Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC), o Brasil teve 18.382 roubos de cargas em 2019, gerando perdas de R$1,4 bilhão. De acordo com o último levantamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública, esse tipo de crime acontece, em média, 55 vezes todos os dias no país. A região Sudeste é a mais afetada, com 84,26% do total. Entre os segmentos mais prejudicados está o agronegócio.

Uma das seguradoras que começaram a enfrentar a falsidade ideológica com o apoio tecnológico é a NVZ Seguros. A empresa fechou uma parceria com a CredDefense, uma das maiores plataformas de biometria facial do Brasil, e afirma ter conseguido reduzir em 100% a ocorrência deste tipo de delito nos fretes. “Com isso, a NVZ seguros está conseguindo reduzir ainda mais as taxas para os clientes e trabalhar de uma forma mais assertiva e justa”, diz o diretor da NZV, José Antunes Valgas.

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