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Vai de etanol pô!

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Secretaria de Agricultura e Abastecimento apoia campanha para estimular o consumo de etanol

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apoia a campanha para incentivar o uso de etanol, junto aos brasileiros que precisam sair de casa e usar seus veículos, lançada no último dia 12 de maio pelo sistema FAESP/Senar-SP e sindicatos rurais.

A campanha “Na hora de abastecer, escolha ETANOL” visa chamar atenção para a relevância desse setor, que é o maior do agronegócio paulista, e sensibilizar consumidores e órgãos públicos para abastecerem com esse biocombustível proveniente de fonte renovável. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), o isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus provocou queda superior a 40% na demanda por etanol. Essa redução impacta toda a cadeia de produção de cana-de-açúcar.

“Dentre os benefícios do etanol, estão a geração de empregos no Brasil, que bate a casa dos três milhões, entre diretos e indiretos, e o menor impacto ambiental local e global”, destaca Gustavo Junqueira, secretário de Agricultura e Abastecimento, ao comentar a relevância do setor sucroenergético e o engajamento da pasta nessa campanha, que convida os brasileiros a optarem pelo etanol na hora de abastecer.

Combustível que põe carros e motos em movimento, com menor impacto ambiental e cuja cadeia de produção gera um milhão de empregos diretos e outros dois milhões indiretos aos brasileiros, o etanol está entre os produtos do agronegócio mais abalados pela pandemia da COVID-19, juntamente com o leite e os hortifrútis. O biocombustível que nasce nas lavouras constitui a principal cultura no Estado de São Paulo e coloca o Brasil como o mais relevante player no mundo dos combustíveis renováveis. Esse segmento requer urgentes ações governamentais para seguir contribuindo com a economia e com a preservação ambiental, que reflete na saúde da população.

O preço do etanol no Brasil caiu drasticamente no mês de abril de 2020, em função da “degradação” das cotações do petróleo, diante da queda de demanda causada pela COVID-19 e a “guerra de oferta” entre a Arábia Saudita e a Rússia. Os resultados foram estoques elevados e enorme número de navios petroleiros estacionados pelos mares em diversas regiões do mundo.

Muito bem-vinda

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Tem que fazer, infelizmente!

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