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SVD Transportes leva caminhões brasileiros para países da América do Sul

A SVD Transportes é uma das responsáveis pelo grande fluxo de caminhões novos entre fábricas brasileiras e seus clientes na Argentina, Chile, Peru e Uruguai.

A empresa desenvolveu uma metodologia para enfrentar os desafios do transporte de caminhões, seja sobre pranchas seja rodando, disponibilizando equipes de motoristas qualificados, além de trabalhar nos bastidores para o desembaraço aduaneiro e garantir a qualidade e a integridade dos veículos, desde sua saída da fábrica até a porta do cliente, no exterior.

As principais rotas de transporte de caminhões da empresa usadas para os mercados da Argentina, Chile, Peru e Santana do Livramento, no Uruguai, passam pela cidade gaúcha de São Borja. “Os caminhões brasileiros conquistam cada vez mais os mercados da América do Sul e a demanda pelo transporte de veículos novos tem aumentado. A SVD é especialista nesse tipo de operação e iniciou os embarques para uma nova família de caminhões recentemente lançados no mercado, incluindo até embarques no Porto de Paranaguá (Paraná) e em Santos (São Paulo), para exportação via marítima para a Colômbia e outros destinos, em outros continentes. Iniciamos essa modalidade de operação em 2017 e, nos últimos dois anos, investimos na qualificação do pessoal que atua na cidade de São Borja (RS), para dar uma atenção mais do que especial para essas exportações, em um mercado que triplicou nesse período e ainda tem espaço para crescer”, diz Jaysson de Oliveira, Gerente Comercial da SVD. Anualmente, cerca de 90% das unidades transportadas são entregues rodando e 10% em prancha.

De acordo com Jaysson de Oliveira, o maior volume dos embarques de caminhões funciona por meio da modalidade autopropulsionado, ou seja, os caminhões vão rodando em comboio para seu destino, mas a SVD também conta com frota permissionada e homologada para entregas em pranchas, como tem feito desde 2017 para a América Latina. 

Jaysson Oliveira explica que “para uma entrega com o caminhão rodando, o principal desafio está nas mudanças climáticas, pois quando existe neve na travessia da Cordilheira dos Andes, rumo ao Chile, por exemplo, a passagem fica fechada e temos que esperar dias até que o trânsito seja liberado. É uma operação que precisa ser estudada de forma antecipada e nosso conhecimento para esse tipo de operação tem permitido cumprirmos todos os prazos de entrega”, diz o executivo. Segundo ele, o transit-time de um caminhão de São Paulo até Santiago, no Chile, chega a onze dias em média, considerando todos os trâmites aduaneiros.

Para cada país visitado existem legislações e restrições diferentes a serem cumpridas, mas o maior desafio da empresa nessas operações foi durante o auge da pandemia de COVID-19, quando a empresa realizou toda a logística dos caminhões dos clientes e garantiu que seus motoristas e equipes voltassem para o Brasil com saúde e segurança. “Para cada país foi desenvolvida uma estratégia para que as entregas fossem feitas e nossos funcionários não ficassem expostos à pandemia. No Peru, por exemplo, tivemos que contratar motoristas locais para cumprir exigência local. Temos departamentos especializados para cuidar desse tema e criamos métodos para facilitar a vida das nossas equipes, enquanto estiverem fora do Brasil”, complementa.

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