Expectativa é boa!
Segundo semestre demanda ampliação logística com expectativa de alta no varejo

O final do ano é, por costume, uma época na qual o varejo apresenta resultados mais positivos ante o início, em razão das datas comemorativas e da maior quantidade de dinheiro circulando na economia. Em 2022, no entanto, espera-se que outros fatores alavanquem os resultados, como o Auxílio Brasil, a Copa do Mundo e a chegada da tecnologia 5G da telefonia celular. Como consequência, a expectativa da Associação Brasileira do Varejo (ABV) é que as vendas subam até 12% neste segundo semestre em comparação ao primeiro.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), por outro lado, aponta que o custo do frete, reajustes das taxas cobradas pelos marketplaces e o aumento dos juros são freios para o crescimento do varejo. Mesmo assim, espera que o e-commerce ganhe mais espaço nos próximos meses, com os artigos esportivos e eletrônicos puxando as vendas.  A entidade espera um faturamento de R$ 91,5 bilhões, fechando o ano em R$ 165 bilhões.

Neste cenário, o presidente da ABV, Luís Gustavo Santos e Silva, avalia que as empresas precisam estar preparadas para aumentar o faturamento e minimizar riscos e perdas. Em entrevista à imprensa, ele citou algumas transformações em curso que os varejistas devem levar em consideração para retomada da atividade, como os novos hábitos de consumo; experiência e jornada de compra; privacidade e segurança cibernética; processo de logística; integração das plataformas digitais e local físico; e mudanças da jornada de compra e transformação digital.

O CEO do Grupo MOVE3, Guilherme Juliani, também considera que ampliar o funcionamento da logística com entregas rápidas e estratégias para aumento da satisfação dos clientes com as compras são medidas que as empresas podem utilizar para aumentar a conversão de vendas. “Os clientes são muito exigentes com os prazos de entrega e com as informações disponibilizadas para ele acerca do pedido, então investir em tecnologias que auxiliem no comércio online representa um diferencial para fazer frente aos obstáculos da atual conjuntura”, diz o empresário do grupo controlador das empresas Flash Courier, Moove+, Moove+ Portugal, JallCard, M3Bank,  goX Crossborder e Rodoê.

O grupo vem investindo, cada vez mais, em tecnologias como BigData, veículos elétricos, inteligência artificial e robótica como forma de oferecer múltiplas soluções para as demandas logísticas dos consumidores e se adaptar à transformação digital no varejo. O gerenciamento de estoques e pedidos por meio do Sistemas WMS, por exemplo, possibilita o acompanhamento de toda a trajetória de distribuição em tempo real, inclusive por meio de dispositivos móveis. “O e-commerce atualmente sofre com a diminuição do poder de compra gerado pela inflação e o aumento do custo do frete. Por isso, apostar em soluções logísticas para crescimento se torna indispensável”, crê Juliani.

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