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 SETCEPAR vê como importante a privatização sobre o plano de leilões de rodovias

O Governo Federal deu início ao primeiro leilão de rodovias estaduais e federais, instituído na nova proposta do Ministério dos Transportes e o primeiro do novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), na última sexta-feira pela bolsa de valores brasileira na concessão de 473km no Paraná. No geral, a concessão prevê o investimento de R$ 13,1 bilhões no lote. Do valor, cerca de R$7,9 bilhões serão destinados às despesas de capital, expansão e melhoria de capacidade das vias. Outros R$5,2 bilhões, serão para serviços mais operacionais, como pontos de descanso para caminhoneiros ou balanças de pesagem.

Para o SETCEPAR (Sindicato Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná – Curitiba), que é firmemente a favor dos leilões das rodovias, acredita que a iniciativa privada possui maior capacidade e agilidade para executar os serviços necessários. “A principal luta consiste em garantir tarifas justas, qualidade na prestação de serviços, rápida implementação de melhorias como duplicações de rodovias, melhorias na qualidade das estradas, reforço na segurança e aprimoramento na sinalização”, enfatiza o vice-presidente, Marcos Battistella.

O objetivo da ação acordada juntamente ao governo é reduzir problemas de congestionamentos, acidentes e paradas, na tentativa de proporcionar uma experiência mais fluida nas passagens dos veículos. A abordagem do governo em relação aos leilões é vista como uma medida crucial, abrangendo não apenas a única estrada federal duplicada, na qual diz respeito a BR 101, e a principal ligação com os estados do Sul, mas como também, a outros lotes dentro do estado do Paraná.

Com um total de seis lotes no estado, o atual leilão representa apenas o primeiro passo, pois há mais de 3 mil quilômetros a serem leiloados. A ideia seria a possibilidade da transformação das rodovias paranaenses em padrões comparáveis aos de países desenvolvidos, resultando em uma logística mais eficiente, redução de custos e maior segurança.

“Vale ressaltar que essa abordagem não se aplica apenas ao Paraná, mas também a estados como Santa Catarina, que enfrenta desafios semelhantes em sua infraestrutura rodoviária. Um exemplo é a BR-101, onde apenas um trecho é duplicado, já sobrecarregado e insuficiente para suportar o tráfego. Essa rota é vital para quem viaja do Paraná para o sul do país, enfatizando a necessidade de melhorias nas estradas”, finaliza o vice-presidente da entidade.

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