Depois da linha de caminhões, a Scania coloca agora os motores Super em seus chassis de ônibus. O complexo industrial de São Bernardo do Campo (SP) que já estava preparado para a fabricação da linha elétrica, está produzindo as primeiras unidades Supe e além disso, a América Latina representou 48% das vendas globais de ônibus da Scania em 2025, ou seja, é uma região protagonista para o Grupo.
Super
Os modelos Super equipados com motores de 11 litros serão o K 350 (350 cavalos de potência e 1.800Nm de torque), o K 390 (390cv e torque de 2.000Nm) e o K 430 (430cv e 2.200Nm de torque); e o propulsor de 13 litros será acoplado aos chassis K 460 (460cv e 2.500Nm) e K 500 (500 cavalos de potência e que desenvolve 2.650Nm de torque). O novíssimo trem de força Super para ônibus é formado por motor, câmbio, eixo cardan e diferencial.
No portfólio de 11 litros, o K 350 terá configuração de rodas 4×2 e vocação para o fretamento, linhas rodoviárias de curtas distâncias. Já o K 390 chegará com trações 4×2 e 6×2 para aplicações em linhas rodoviárias curtas e de médias distâncias. O K 430 6×2 será indicado para as linhas rodoviárias que fazem médias e longas rodagens, e o segmento do turismo.
Por outro lado, na linha de 13 litros, o K 460 terá configuração de rodas 6×2 e indicação para atender as linhas rodoviárias que fazem médias e longas distâncias, e também o segmento do turismo. Por fim, a tração 8×2 estará disponível numa outra versão do K 460 e ainda no topo de linha K 500, o mais potente de todos; ambos para operar em linhas rodoviárias que percorrem longas quilometragens, e no segmento do turismo.
“Temos uma linha de chassis rodoviários muito consolidada no Brasil. E, vamos trazer a solução mais eficiente da história da Scania para o cliente. O que já era bom, agora é Super”, afirma Eronildo Barros, presidente e CEO da Scania Operações Comerciais Brasil. “Continuaremos a evolução do nosso portfólio para manter a liderança na transição a um sistema de transporte mais sustentável. No mercado, o Scania Super não terá similar em termos de economia de combustível e do menor custo total de operação. Nossa visão holística do setor está sendo elevada a um novo patamar. No segmento urbano, a diversidade de combustíveis alternativos e a eletrificação são as nossas principais estratégias para descarbonizar o sistema de transporte e vamos trazer mais novidades. Seguimos expandindo o nosso amplo portfólio formado por veículos a diesel, gás e elétrico.”