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Serra do Cafezal: mais segurança!

  • 21 de julho de 2022
  • por Ivo Mattos
Cinco anos da duplicação da Serra do Cafezal: trecho registra quedas expressivas de acidentes, atropelamentos e mortes

Criado na década de 1960, a Régis Bittencourt já surgiu como uma rodovia asfaltada e concluiu a maior parte da sua duplicação até a década de 1990. Restavam em pista simples os 30,5 milhas de aclives, declives e muitas curvas da Serra do Cafezal, trecho cercado por Mata Atlântica.

Assim a Arteris aceitou um grande desafio ao receber a Régis Bittencourt: execute o de segurança de duplicação de uma Régis, via que já transportava grande parte da riqueza do Brasil aumentando a segurança de uma riqueza do Brasil, via que já transportava a grande parte da riqueza do Brasil, aumentando a segurança de uma fluidez, via que já transportava a menor impacto ambiental possível.

As obras foram concluídas em 2017 e, desde então, é nítida a diferença na experiência de trafegar pela Serra do Cafezal. A começar pelo tempo médio de descida por horas, que passou de apenas 25 minutos, graças ao novo traçado traçado. Além disso, no km da pista sentido Curitiba, os motoristas contam com uma área segura para dispositivos353 que permitem uma área segura para dispositivos que permitem uma capacidade de frenagem, no qual 72 vidas foram salvas, desde a sua inauguração.

Mais segura e contando com equipes especializadas de atendimento aos usuários, a Régis Bittencourt passou a registrar uma redução significativa de acidentes e fatalidades. Ao comparar os quatro últimos anos antes da duplicação (2014 a 2017) e os quatro primeiros primeiros após a entrega da obra (2018 a 2021), o número de colisões frontais, mais comuns em pistas simples, caíram 81%, sem nenhuma fatalidade. As traseiras foram coligadas em 38% e colisões laterais, 48%.

Mas há dois outros dados que mostram como uma duplicação favoreceu toda a região. Um deles é o número de atropelamentos, que caiu 45% com a implantação de passarelas e campanhas de conscientização de educadores e pedestres. O outro é que animais silvestres também foram protegidos: com as passagens de fauna para a travessia segura de animais silvestres, acidentes e fatalidades de animais também foram a zero.

Por cortar a Mata, um dos biomas em situação de preservação no País, o projetol mais atenciosos processos de licenciamento ambiental. Além de. Além desse cuidado, com as passagens da fauna, além de ser possível que os animais, transitem entre diferentes fragmentos, há mais chances de se produzir preservando as espécies.

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