Embalada pelos investimentos no transporte urbano, Luminator mira 15% de crescimento
Embalada pelos crescentes investimentos que os operadores de transporte urbano vêm fazendo para garantir mais e melhores informações aos passageiros, em razão das mudanças na legislação de alguns dos principais municípios brasileiros, como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Goiânia, entre outros, a Luminator Technology Group Brasil, prevê crescer 15% ao ano até 2028. A empresa é líder no mercado mundial no fornecimento de sistemas de informação para passageiros para os segmentos rodoviário e ferroviário.
“As cidades brasileiras estão investindo para melhorar o padrão de serviço no transporte coletivo urbano e, assim, atrair ou recuperar passageiros que migraram para outros modais. Nesse contexto, a qualidade e velocidade das informações sobre trajetos e horários, e a segurança, comodidade e entretenimento nos veículos ganham destaque, com a utilização de telas TFT, mais modernas e eficientes para a gestão das viagens”, explica Guilherme Demore, diretor da Luminator Brasil.
De acordo com o executivo, a maior adoção de telas internas e externas, maiores e com melhor resolução, está aumentando a demanda por esses equipamentos. ”Somente no ano passado, houve um crescimento de cerca de 15%. Para 2026 e os próximos anos, estimamos uma elevação contínua da mesma ordem”, explica.
Novos negócios
Além de mais e melhor informação, os operadores estão investindo em segurança e entretenimento, com a adoção de equipamentos de monitoramento interno e externo. Sistemas como o Próxima Parada, Multiplex e Mobile Vídeo (gravação de imagens e monitoramento integrado com as tecnologias ativas e passivas do ônibus), inclusive para controle do tráfego de passageiros nos veículos ganham mais relevância e ampliam os negócios da Luminator.
“Nos dois últimos anos, dobramos o fornecimento dos sistemas Próxima Parada e Multiplex. Passamos de 400, para mil e, no ano passado, para 2.000 unidades. Este ano, estimamos superar 4.000 produtos, um marco no transporte coletivo urbano brasileiro”, enfatiza Guilherme Demore.